sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Ok.

Ok. Um dia (belo ou não), você acorda e, como todos os outros dias, diz pra si mesmo "mais 5 minutinhos", cochila e perde a hora. Sai correndo de casa, com fome porque poque não deu tempo tomar café, e chega a qualquer compromisso com complexo Doris (sim, do filme Procurando o Nemo: "Oi, tudo bem, meu nome é Doris", solícito e cara-de-pau). Sai desse compromisso resmungando e dizendo que tá tudo dando errado. O horário de almoço e uma punição é a mesma coisa: sol escaldante até chegar em casa, fastfood ou algo super rápido - tipo, ensopado de arroz (?) com aquele suco de polpa industrializada batido no liquidificador - para almoçar, e tempo insuficiente para tomar um banho decente e voltar à vida.
Às seis da tarde, prepara-se para voltar pra casa e... droga! Não é que você tá cheio de atividades para fazer? É a prova de Fisiologia e de Behaviorismo - a primeira, pequena e chata, a segunda, grande e legal -, é fichamento, resumo, é o projeto inacabado, é o diaboaquatro.
E sabe... eu tinha terminado esse texto de uma outra forma. Seria quase uma orelha de livro de auto-ajuda. E eu não consigo conceber a idéia de unir-me aos "super felizes" que dão a volta por cima sempre. Não. Então, a vida é assim mesmo, e acostume-se com isso. Se quiser ser feliz, vá buscar um modo de sê-lo e encare a situação como ela é, ok?

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