quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

bléh


Roubam o dinheiro, os costumes, os hábitos, as manias, os vícios, as tristezas, as alegrias, as certezas, as incertezas, o lado bom, o lado ruim, o cotidiano, as pessoas, os amores, os ex-amores, os sentimentos puros... roubam.
E enquanto a gente é cheio, completo e saciado, quase não percebemos. Mas sabemos o que se passa.
A vontade? Buscar a verdade e o que há de real no outro. Enfim.
Agora, me pondero com aquelas adoráveis criaturas que têm instinto forte em uma poço de candura. Melhor dizendo: um lobo em pele de cordeiro. (Diogo, 2007). Porque eu já fui vacinado.

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